Nosso desafio é capacitá-lo a encontrar o seu lugar no mundo.

Nossa História

No dia 25 de novembro de 1969 o Colégio Sinodal da Paz recebeu a autorização de funcionamento do Conselho Estadual de Educação, sendo considerada esta a data da sua fundação. O primeiro nome Escola Evangélica da Paz foi adotado para estar em consonância com o nome da igreja da comunidade religiosa, qual seja, a Igreja Evangélica da Paz, pois era propósito da Comunidade e Escola desenvolverem “atividades cristãs”.

 

Foi preocupação desde a sua fundação, a dimensão social da educação, procurando fazer da instituição uma escola beneficente, aberta para todos, especialmente para crianças pobres e/ou portadoras de necessidades especiais.

 

A construção do primeiro prédio, que viria a abrigar as atividades específicas da Escola, aconteceu mais tarde, graças a recursos financeiros vindos da Igreja Evangélica da República Federal da Alemanha, através de sua organização “Pão para o Mundo”.

 

O Colégio Sinodal da Paz entendeu, desde o seu princípio, que é fundamental preparar crianças, jovens e adultos para seu desempenho no momento presente e futuro. O processo educativo existente até nossos dias é o testemunho da experiência e do conhecimento de vida construídos coletivamente, através de uma educação transformadora, humanitária e com qualidade.

Visão

Possibilitar o desenvolvimento do ser humano em todas suas dimensões;
Ser reconhecida por excelência em educação.

Missão

Desenvolver educação de qualidade, fundamentada em valores cristãos, que oportunize a construção contínua do conhecimento, para que o ser humano, interagindo no mundo em constante transformação, exerça cidadania.

Princípios

Priorização da qualidade em todas as ações;
Espírito de equipe;
Formação continuada;
Ética cristã e compromisso com a vida;
Cidadania e solidariedade;
Liberdade responsável.

Concepções

Concepções Filosófico-teológicas

O Colégio Sinodal da Paz, como entidade que torna concreto o projeto de educação da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), através de sua mantenedora e associada às Escolas da Rede Sinodal de Educação, tem como pressupostos filosófico-teológicos as seguintes compreensões:
O mundo foi criado por Deus e em razão disso a ele pertence.
O ser humano foi criado à semelhança de Deus para viver em comunhão com Ele e com toda a criação. Deve, pois, o ser humano continuar a obra da criação, vivendo em comunidade de forma livre e responsável.
Deus vem ao encontro do ser humano através de Jesus Cristo, oferecendo vida nova e abundante, pois é vontade própria de Deus querer salvar a sua criação.
O ser humano é justificado pela fé. É a partir da fé dada de graça por Deus e através dela que o ser humano restabelece a relação original com Deus. É a partir da fé dada de graça por Deus e através desta fé que o amor será praticado.
Através do Espírito Santo, Deus se faz presente na vida e na ação humana.
O ser humano, a partir do conhecimento e da aceitação da verdade, torna-se nova criatura e integrante do Reino de Deus.
O ser humano, mesmo sendo criação de Deus, é finito, passível de falhas e rompe constantemente com Ele. Contudo, por Deus ter-se tornado homem através de Jesus Cristo é possibilitado o perdão e a reconciliação entre criador e criatura e entre os seres humanos.
Esta reconciliação é ofertada a todo o ser humano e para sempre. Ela é aceita pela fé e impulsiona o ser humano a conviver e a servir no mundo de forma justa e praticando o amor em sua plenitude.
O ser humano, por ser criatura de Deus e integrante de seu Reino, está comprometido com o testemunho do Evangelho de Jesus Cristo, colaborando com a construção de um mundo mais humano e justo.
A realização do ser humano, como criatura liberta, está no exercício do amor com toda a criação. Esse amor compromete o ser humano a construir, de forma livre, justa, democrática e responsável, a história.

Concepção de Pessoa

O Colégio Sinodal da Paz compreende a pessoa como:
a)    Um ser consciente de si mesmo e dos outros e, por isso, capaz de refletir e de se reconhecer como sujeito ético com outros iguais e diferentes a ele.
b)    Um ser dotado de vontade, de capacidades para se orientar e capaz de deliberar entre várias alternativas possíveis.
c)    Um ser responsável, isto é, capaz de reconhecer-se como autor da ação, avaliar efeitos e consequências e responder por elas.
d)    Um ser livre que tem o poder da autodeterminação, da autonomia, da criatividade.
e)    Um ser racional, desejante, sujeito da sua vida.
f)    Um ser íntegro e honesto.
g)    Um ser que raciocina, pensa criticamente, soluciona problemas, aprende.
h)    Um ser capaz de autoconhecer-se, desenvolvendo autoestima e autogerenciamento.

Concepção de Sociedade

Partimos do princípio de que o indivíduo/pessoa é por natureza um ser social (Aristóteles), buscando a vida em grupo como uma exigência da natureza humana e condição básica a sua sobrevivência. A sociabilidade, tendência natural para viver em sociedade, é desenvolvida através do processo de socialização. O indivíduo se integra ao grupo em que nasceu, assimilando o conjunto de hábitos e costumes característicos do grupo.
A história demonstra que o convívio social é decisivo para o desenvolvimento da sociedade. O convívio social permite que as novas descobertas e o conhecimento acumulado pela sociedade sejam comunicados a todos. A comunicação é vital para as sociedades, sendo a linguagem o principal meio de comunicação. As relações sociais podem ser familiares, culturais, políticas, pedagógicas e econômicas.
Entendemos que a escola deve ser um espaço de socialização e de discussão das conquistas e mudanças da sociedade e também dos problemas inerentes a estas mudanças. É preciso conhecer para poder sensibilizar-se pela necessidade de construir uma sociedade justa, fraterna, democrática, pluralista e solidária.

SOP

O SOP – Serviço de Orientação Pedagógica – visa atender às necessidades pedagógicas relativas ao desenvolvimento do Currículo, à elaboração dos Planos de Estudos, à aplicação de técnicas e recursos adequados ao cumprimento da proposta pedagógica, à atualização constante do professor e ao atendimento da legislação vigente.

– Educação Infantil e Turno Integral: Coordenadora Carla dos Reis d`Ávila;

– Ensino Fundamental I e II: Coordenadora Mara Silvana Costa Müller;

– Ensino Médio e Atividades Facultativas: Coordenadora Silvana Pereira.

SOE

O SOE – Serviço de Orientação Educacional acompanha os alunos, professores e pais nas suas dificuldades. Suas atividades são diagnosticar dificuldades de relacionamento e aprendizagem para mediar uma intervenção que possibilite soluções. No Colégio Sinodal da Paz, o SOE tem como orientadoras uma profissional especialista em Psicopedagogia e outra em Orientação Educacional, que buscam orientar, aconselhar, pesquisar, avaliar e encaminhar soluções para as dificuldades que envolvem o processo ensino-aprendizagem.

SOR

O SOR – Serviço de Orientação Religiosa, no Colégio Sinodal da Paz, tem a responsabilidade de promover um ambiente onde a religiosidade, inerente ao ser humano, ecumênica por excelência, pode ser vivida com alegria e afetividade. O SOR procura proporcionar a vivência de momentos como retiros e celebrações para alunos, professores e pais com o objetivo de fomentar a integração através da fé, expressa por mensagens, canções e atos concretos de solidariedade.

SEPE

O SEPE, Serviço de Psicologia Escolar,  tem a atribuição de atuar na valorização dos aspectos saudáveis presentes nos sujeitos, nas famílias e na comunidade, articulando a sua atuação a um plano de trabalho elaborado em conjunto com a equipe interdisciplinar. Realiza esta função promovendo:

1. Qualidade de vida de alunos, colaboradores e familiares, por isso, o trabalho deve priorizar as potencialidades dos mesmos.

2. Fortalecimento dos vínculos sócio afetivos, de forma que as atividades de atendimento promovam a autonomia.

3. O desenvolvimento intelectual, social e educacional de crianças nas escolas, estabelecendo programas e consultas, efetuando pesquisas, treinando professores e tratando de crianças e jovens com problemas.

4. Questionar as relações e comunicações interpessoais estabelecidas no meio escolar, começando com a organização de equipes multiprofissionais realmente atuantes.

5. Questionar juntamente com a equipe técnica pedagógica os fatores culturais, sociais e econômicos de sua comunidade escolar, visando a qualidade de ensino, tanto em relação a satisfação dos profissionais da educação quanto do rendimento e satisfação do aluno.

6. Avalia entraves interativos, da comunidade escolar, político-pedagógicos, das equipes multiprofissionais e das funções e proposições da instituição educacional, questionando procedimentos e oferecendo propostas de mudanças que visam melhorar as relações no processo ensino-aprendizagem.

7. Reconhecer e avaliar alunos com dificuldade diante das exigências educacionais, utilizando-se de conhecimentos clínicos aplicados diferentemente, conforme a especialidade. Após o parecer completo do aluno, em se verificando comprometimento orgânico ou emocional, encaminhar à especialidades necessárias e, uma vez observadas necessidades psicopedagógicas, em parceria com os demais profissionais da educação, organizar programas que visem o desenvolvimento específico de cada dificuldade detectada.

8. Atuar na orientação de pais em situações em que houver necessidade de acompanhamento e encaminhamento do aluno para outros profissionais, como o Psicólogo Clínico, etc.

9. Desenvolver orientação vocacional e profissional aplicando sondagem de aptidões a fim de contribuir com a melhor adaptação do aluno no mercado de trabalho e sua consequente auto realização.

10. Trabalhar junto à equipe pedagógica em espaços semanais ou quinzenais de diálogo com os professores (intervenção mediada) a fim de juntos criar novos significados as situações cotidianas de sala de aula, eliminando a possibilidade de estigmatizar os alunos com dificuldade de aprendizagem.

11. Participar das reuniões e conselhos de classe, nas quais o psicólogo poderá estabelecer novas maneiras de perceber o processo educacional dos alunos, evitando rótulos, diagnósticos imprecisos e hipóteses únicas e fechadas.

12. Verificação dos aspectos da escola (relações, cotidiano, organograma, outros), trabalho em equipe (envolvendo reflexão, autocrítica, avaliações, outros) e atividades periféricas (consultoria, pesquisa, abordagens individuais, desenvolvimento organizacional, outras); tendo em vista essencialmente – a eficiência do processo ensino-aprendizagem, a construção de conhecimentos.